Substitutos poderão atuar em casos de afastamento de conselheiros titulares; próxima etapa será a prova de aferição de conhecimento no dia 8 de março
A Prefeitura de Divinópolis informa que o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) publicou a Resolução nº 12/2026, que aprova e torna pública a lista definitiva de candidatos com inscrições homologadas no Processo de Escolha Suplementar para membros suplentes do Conselho Tutelar do município. A medida garante transparência e continuidade ao processo de seleção, que visa fortalecer a rede de proteção às crianças e adolescentes.
O processo suplementar tem como objetivo selecionar conselheiros tutelares suplentes para o mandato 2024/2027. Esses profissionais poderão ser convocados sempre que houver necessidade de substituição temporária ou definitiva de conselheiros titulares, assegurando a continuidade dos atendimentos e das ações de proteção às crianças e adolescentes no município.
Conforme a resolução, não houve interposição de recursos dentro do prazo estabelecido contra o indeferimento de inscrições, o que tornou definitiva a relação de candidatos aptos a seguir para as próximas etapas do processo seletivo.
Foram homologadas as candidaturas de Aline Fernanda Ferreira de Andrade, Edson Pereira dos Santos, Felipe Augusto Alves, Ilda Anastácio Vieira Carvalho, Karla Aparecida Santana, Letícia Gonçalves Lourenço, Maria Gabriela Tavares Delfino, Rebecca Rachid de Moraes Arruda, Tamara Cristina Ferreira Dias, Thalia Teixeira Araújo, Valéria de Cássia Tavares dos Santos, Victor Rezende Ramos, Vitória Tavares Pinto e Weliton Lopes Pereira.
A próxima etapa do processo será a prova de aferição de conhecimento, marcada para o dia 8 de março de 2026. O exame terá duração de três horas, das 8h30 às 11h30, com abertura dos portões às 8h. A avaliação será realizada no auditório da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEMDS), localizado na Rua Lincoln Machado, 59, no Centro.
O CMDCA reforça que a seleção de conselheiros tutelares é um processo essencial para garantir que profissionais capacitados estejam aptos a atuar na defesa dos direitos de crianças e adolescentes, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas de proteção no município.