Informação e padronização do atendimento estão sendo discutidos
O combate ao Aedes aegypti é uma luta diária e frequente. Têm exigido da Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis (Semusa) o planejamento e desenvolvimento de várias ações estratégicas para controlar o mosquito responsável por transmitir a zika, chinkungunya e dengue. Nesta batalha, a informação é um instrumento importante.
Neste sentido, a Semusa realiza nesta manhã de terça-feira (08/03) em dois períodos, manhã e tarde, uma capacitação envolvendo médicos, enfermeiros, gerentes e referências de gestão da Diretoria de Atenção Primária que atuam na rede pública de saúde. O objetivo principal é padronizar o atendimento no município para os casos de dengue, chinkungunya e zika. Desta forma, evitando sequelas destas doenças transmitidas pelo Aedes e, até mesmo, inibindo óbitos decorrentes destes males.
A capacitação tem a participação do epidemiologista Osmundo Santana que abordará os aspectos epidemiológicos da zika, chikungunya e dengue. O médico Flávio Antônio Marcelino destacará os aspectos clínicos da doenças, como os seus sintomas. Além de fazer a discussão de casos. Ao final de cada período da capacitação será discutido o fluxo de manejo no município.
“Além de discutir um pouco mais destas doenças, e uniformizar as informações a respeito delas, estaremos discutindo um padrão de acolhimento e atendimento das pessoas que estão doentes. Este fluxo é importante para garantir o mesmo tipo de tratamento e acompanhamento, o que vai refletir numa melhora na saúde do cidadão que vem procurar atendimento na rede pública de saúde”, explica Maria Ângela – diretoria de atenção à saúde da Semusa.
Participam da capacitação 150 profissionais de saúde. A intenção é estendê-la para outros setores da rede pública, como Policlínica e UPA, além da iniciativa privada; como hospitais, laboratórios e clinicas.
Balanço
O último boletim emitido pela Diretoria de Vigilância em Saúde da Semusa na quarta-feira (02/03) apontou que o número de casos notificados como suspeitos chega a 1.195 nestes primeiros meses do ano. Em 2015, no mesmo período do ano, os casos notificados como suspeitos eram 130.









