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DEZ
07
07 DEZ 2023
SAÚDE
Ministério da Saúde orienta população sobre novas variantes da covid-19
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A pasta reitera que as doses disponíveis atualmente são eficazes contra as variantes.
A Prefeitura de Divinópolis, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), divulga nota técnica do Ministério da Saúde, publicada na terça-feira (5/12), que trata sobre a identificação de uma nova variante da covid-19 no Brasil e suas sublinhagens. A nota traz também, um cenário da situação epidemiológica da doença e as recomendações para prevenção e controle. 


A variante se trata da BA.2.86 da ômicron (SARS-CoV-2), e de suas variantes, entre elas a JN.1 e a JN.3. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), com base nas evidências limitadas disponíveis, o risco para a saúde pública é atualmente avaliado como baixo ao nível global. 


O Ministério da Saúde reitera que a principal forma de proteção contra a covid-19 e suas variantes é por meio da imunização. Para isso, a pasta recomenda uma nova dose da vacina bivalente para pessoas com 60 anos ou mais e imunocomprometidos acima de 12 anos de idade, que tenham recebido a última dose do imunizante há mais de 6 meses.


Sendo assim, é extremamente importante que todos os brasileiros estejam com seu esquema vacinal completo, com as doses recomendadas para cada faixa etária. Lembrando que todas as vacinas disponíveis atualmente no Sistema Único de Saúde (SUS) são eficazes contra variantes que circulam no país, prevenindo sintomas graves e mortes. 


Além disso, também está disponível no SUS, gratuitamente, o antiviral nirmatrelvir/ritonavir para o tratamento da infecção pelo vírus em idosos com 65 anos ou mais e imunossuprimidos com 18 anos ou mais, logo que os sintomas aparecerem e houver a confirmação de teste positivo.


A atual imunidade da população em todo o mundo permanece altamente reativa a esta variante, especialmente contra doenças graves, mas também contra doenças sintomáticas e, portanto, é pouco provável que o aparecimento desta variante aumente a carga sobre os sistemas nacionais de saúde pública.


O Ministério informa que a JN.1, detectada no Brasil em exames realizados no estado do Ceará, vem ganhando proporção global, representando um crescente nos números, com cerca de 3,2% das detecções da covid-19 no mundo. 


Já a outra sublinhagem, a JN.3, que também foi identificada no estado do Ceará, vem sendo monitorada em outros estados nos últimos meses, como São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás. Segundo dados divulgados pela OMS, essas subvariantes já foram encontradas em 47 países.


Desde o fim da emergência, decretado pela OMS em maio deste ano, se mantém a recomendação para que os grupos de maior risco de agravamento pela doença continuem a seguir as medidas de prevenção e controle, como o uso de máscaras em locais fechados, mal ventilados ou com aglomerações; além do isolamento de pacientes infectados com o vírus. A recomendação também vale para pessoas com sintomas gripais.
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