Como forma de fomentar a discussão da inclusão das crianças nos processos de educação e saúde, com direito de serem incluídas com respeito e dignidade nos serviços prestados, a Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis (Semusa), por meio do Apoio Técnico de Saúde Mental da Diretoria de Atenção a Saúde, realiza em 7 de outubro, o evento direcionado a psicólogos e pedagogos da Rede Pública Municipal. A iniciativa será em comemoração ao Dia Mundial da Saúde Mental celebrada em 10 de outubro.
O tema proposto para este encontro é: “Educação e Saúde - Interfaces Possíveis – Inclusão e Exclusão”. Este ano a Organização Mundial de Saúde (OMS) vai mobilizar uma campanha de sensibilização para garantir que as pessoas com problemas de saúde mental continuem a viver com dignidade, no âmbito dos direitos humanos, orientadas por políticas e leis, pela formação de profissionais de saúde, pelo respeito e consentimento informado para o tratamento, pela inclusão nas campanhas de informação pública e processos de tomada de decisão.
“Ainda, nos dias de hoje, a violação de direitos humanos permeiam organizações e instituições que se direcionam ao tratamento ao portador de sofrimento mental, como também a sociedade de modo geral, marginaliza, discrimina e viola seus direitos, enquanto cidadãos”, pontua a psicóloga da Semusa, Irene Ferreira do Amaral.
As palestras do encontro entre os psicólogos e pedagogos da Rede Pública Municipal ficarão por conta de José Heleno Ferreira, filósofo professor da Rede Municipal de Educação e da UEMG, e de Albano Verona, farmacêutico clínico da Estratégia Saúde da Família e servidor público da Semusa.
O encontro será realizado a partir das 7h30 de 7 de outubro no anfiteatro da sede administrativa da Semusa, na rua Minas Gerais com rua Rio Grande do Sul no nº 900.
Data
O Dia Mundial da Saúde Mental é comemorado em 10 de Outubro desde 1992. Todos os anos, a Federação Mundial de Saúde Mental escolhe um tema. A intenção da comemoração é colocar temas da saúde mental nas agendas dos governos, para além de centrar a atenção pública na Saúde Mental global, como uma causa comum a todos os povos, para além de limites nacionais, culturais, políticos ou socioeconómicos.
Defende-se a valorização da Saúde Mental, criando uma paridade entre esta e a saúde física nas prioridades das opções governativas dos Estados. Alerta-se também para as necessidades específicas das pessoas com doenças mentais.